sexta-feira, 15 de maio de 2009

A beautiful night to be drunk ...

Vc deve acreditar em alguém bêbado ou não? Talvez seja melhor, seus instintos estão aflorados.Você já acreditou em uma mentira? Bem, eu já acreditei em várias. Ás vezes, tenho até a sensação de que sou uma mentira. Um "eu te amo", um "sou sua amiga", um "eu vou tentar", um "me espera que vou chegar"...E a sensação que sobra é essa, você acredita demais. Você confia demais. E você sabe, que o dia que não acreditar mais, parte de você estará indo pro esgoto. Acontece que nos ensinam a aprender com as perdas, com os erros, com os enganos. Mas ninguém nunca te ensina a não perder sua essência quando as coisas dão errado. E sempre algo vai dar errado. E você sabe, que supostamente, tem que aprender. Você sabe o que te machuca. Você sabe o que te falta. Mas, internamente, você também sabe que não pode deixar de acreditar. Que sentido tem viver se não acreditarmos, se não confiarmos, se não amarmos ?Então, eu posso te dizer que sou feita de amor sim, de crença, de fé. Sou feita de erros irreparáveis, de erros recuperáveis. Algo de mim ainda me lembra a infância que não tive, assim como me lembro a mulher que gostaria de ser. Às vezes, me pergunto ... quem será que vai enxergar? Que sentido tem a vida se não compartilhar? Essa sou eu, vivendo num mundo à parte, se dilacerando, mas sempre retornando. Acho que nunca vou perder a essência. Perder àquilo que me motiva, e me machuca, mas também me faz sorrir. É ... sou alguém confuso essa noite...

sexta-feira, 8 de maio de 2009

"midlife crisis"

Bom, percebi hoje depois de uma conversa seríssima com meu pai, que estou na crise dos 30.
Ou dos 15, 27, 42. Whatever!

O oba-oba acabou, o tempo parece que corre contra, seu corpo muda. E a sociedade cobra.Meus pais nunca me cobraram coisas do tipo filhos, casamento, "big family" ... mas eles cobram minha estabilidade.

Veja, moro sozinha desde os 22 anos. E até hoje, dependo deles para manter minha vida. Eles me deram as principais coisas para seguir em frente, e descubro que sou um caranguejo, andando pro lado ou pra trás.

Sair com seus amigos e eles pagarem a conta porque você está numa pior? Até quando isso?

A sensação que tenho é que o tempo passou e eu não fiz nada. Sempre me preocupei mais com os outros do que comigo mesma, mas ninguém cuida da gente né?Bom, eu percebo que cuidei muito mais do que fui cuidada, até por mim mesma.

Bom, mas aí a idade vai chegando e você não arruma mais emprego com tanta facilidade. Você vê que não tem mais a mesma graça das meninas de 20. E sabe que perdeu muito tempo com besteiras e coisas desnecessárias.

Sempre quis ter "liberdade". Logo que saí da casa dos meus pais, eu tive a liberdade que sonhava: altas baladas, conhecia N pessoas, quase dois anos depois comecei a namorar, e aí se passaram 7 anos.

E o que eu conquistei?

Vi a maioria a minha volta correr atrás, crescer, casar. Até meu ex, que depois de namorar 5 anos comigo, logo que terminou, ficou noivo. HAHAHAHAHAHA! É foda.

E tudo tem a ver com escolhas. Hoje, liberdade, para mim, é ter uma conta bancária razoável, poder viajar, ter uma profissão. Se eu pudesse voltar 10 anos, eu não teria saído da casa dos meus pais. Porque, no fim das contas, você escolhe caminhos que não pode mais voltar. Eu nunca fui do tipo racional.

Bom, no auge dos meus 29 anos e meio, eu me faço aquela perguntinha que definitivamente, te tira o sono: o que eu conquistei até hoje?

A verdade é que criamos expectativas altíssimas, e esquecemos que o tempo passa.

A verdade é que nossos pais passam a vida inteira falando "bobagens", e um lindo dia você acorda, e vê que tudo que eles queriam é que você vivesse a realidade desse mundo, frio como ele é.

E para uma pessoa como eu, ver esse mundo, é quase como um suicídio.

Esses dias, meu primo adolescente disse que viu uma "mulher" na virada cultural, mas não sabia se era eu. Nós não nos vemos com frequência, mas o que pegou nessa hora foi ele falar MULHER.

Até então, não tinha me dado conta. Sou uma mulher. Na crise da meia-idade. Tentando ser positiva. Ansiando por uma nova oportunidade. E me questionando se irei vencer.

Acredito que me apegarei bem mais aos meus amigos nessa fase. Preciso deles para seguir em frente. Mas também sinto que tudo que vem acontecendo, me faz me apegar mais à mim mesma. Eu. 20 milhões de vezes EU.

Porque, por mais que as pessoas possam lhe amar, a única e exclusiva responsável por sua felicidade é você.

Alguém aí, me diz o que é felicidade. Perdi em algum lugar esse significado. E não, não é um texto triste. É um texto real. Realidade crua e fria como o mundo que eu, até então, desconhecia.

Por isso, a pergunta que não quer falar: até onde eu irei chegar ? qual o limite ? e o grande sonho, onde se encaixa?

terça-feira, 21 de abril de 2009

I believe in Miracles.

Acordar um dia, e ver a esperança renascer, é uma das melhores sensações que podemos ter.
Se sentir renovado, coberto de esperança e alegria.
A auto-confiança retorna, e as coisas começam a fazer sentido.
Me sentir segura é algo inexplicável.
Me sentir capaz.
Sentir que aquele momento que você tanto espera, está prestes a acontecer, é algo mágico.

Porque, de uma hora para outra, você percebe que tudo se encaixa perfeitamente.

Que o tempo "off" é necessário para recompor energias.
Que você consegue aquilo que muito deseja.
Que o que você admira por algum tempo é tão frágil, e de repente você se descobre uma fortaleza, que a dor te fez melhor. Que perder te fez ganhar. Que nada é em vão.

E de repente, você se desfaz de lembranças.
Muda móveis de lugar.
Reacende a paz no seu santuário.
Reacende a luz em você.

Sempre terão pessoas querendo roubar sua luz, mesmo que não conscientemente.
Mas você descobre o quão capaz é de evitar que certas coisas aconteçam (ou não), com a força de sua mente.

Não me sinto culpada ao me sentir melhor. Já me culpei muito por coisas que fogem ao meu controle.
Hoje percebo o quão evoluída eu estou. E não há razão para sentir vergonha disso.

Eu lutei para estar assim. Percebi que gosto da minha vida.
E talvez, eu esteja realmente começando a me amar.

E tudo está prestes a acontecer ...

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Pela Hipocrisia.

A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. A palavra deriva do latim hypocrisis e do grego hupokrisis ambos significando a representação de um ator, atuação, fingimento (no sentido artístico). Essa palavra passou, mais tarde, a designar moralmente pessoas que representam, que fingem comportamentos.
Um exemplo clássico de ato hipócrita é denunciar alguém por realizar alguma ação enquanto realiza a mesma ação.

Fonte: Wikipedia [http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipocrisia]

Que se faça um OLA a hipocrisia que somos todos nós.
Levantando bandeiras, apontando dedos, apunhalando escolhas, sem sequer lutar por si próprio.
Quantos de nós não gosta de julgar o outro?
Esquecendo que temos três dedos apontados para nós, cada vez que enfiamos UM ÚNICO dedo no nariz de outro ser.

Me incluo nessa também.Faz pouco tempo que parei de julgar escolhas e comportamentos.

Depois de tanto julgar, comecei a ver o caminho que estava trilhando.

Quem somos para julgar?

Claro, existem coisas fora do padrão, onde o que temos que falar não é de julgamentos, e sim de atos medíocres e inescrupulosos. E certas coisas NÃO são perdoáveis.

Mas me dá um certo nojo ver pessoas que se acham acima das outras, e fazem questão de mostrar isso aos quatro cantos. Acredito que isso se chama de "imaturidade emocional." Pessoas que não estão prontas para encarar sua própria realidade.

É, porque a própria realidade dói, ainda mais quando fantasiamos tudo o que queremos e mais ainda, o que não queremos. E descobrimos que tudo é um imenso faz-de-conta, usado para disfarçar/camuflar sentimentos.

Além de nojo, sinto pena. Pena da incapacidade que muitos temos de não aceitar o diferente, de não aceitar que nem tudo o que as pessoas fazem, é aquilo que você pensa que elas fazem.

A mente humana é um imenso ponto de interrogação. E quando pensamos ter certeza das coisas da vida, a vida faz coisas conosco que nos prega uma bela surpresa.

Então, seria melhor levantarmos uma bandeira e dizer: "o que me faz feliz? sou uma pessoa de verdade? sou uma boa amiga, filha, irmã, mulher? por que reparo tanto nos outros? será que é por que os outros reparam tão pouco em mim? ou me criticam demais?"

Todos temos problemas. Todos temos medos. E todos temos fraquezas. Mas somos infinitamente guerreiros.

Que tal levantar a bandeira do seu EU ?

terça-feira, 24 de março de 2009

Fui fã uma vez.

Não, não será mais um texto totalmente triste.
Irei descrever aqui apenas a minha ira por nunca ter assistido a um show do Guns n´Roses.
Ok. Claro, que você pode achá-lo um idiota, o direito é seu.
Mas para mim, Axl Rose e suas letras foram um marco na minha adolescência. Ele é o culpado de ter ouvido hoje, em uma entrevista, que tenho um ótimo nível de inglês.

Se tenho alguns arrependimentos, um deles é de nunca ter pisado num estádio cheio para ouvir as músicas que mais marcaram a minha vida. E, de certa maneira, elas sempre me acompanham, em momentos decisivos, momentos marcantes.

Claro, que a fama subiu a cabeça loura do Axl. Claro que eles compôs letras duvidosas, como "One in a Million", onde fala de negros e gays. Seu comportamento não foi dos mais exemplares, quando ele desceu do palco e bateu em um cara que o estava provocando, deixando o show e fazendo com que a platéia destruísse o lugar.

Mas ele continua sendo meu maior ícone. De rebeldia, de solidão, de luta. Se estou certa ou não, pouco me importa. Não queria morrer sem um dia ouvir Axl e o Guns, com sua formação original, cantando. Ver o solo de Slash, Izzy e todos os outros que não lembrarei o nome agora. O Matt eu sei que veio depois, com a saída de um, que se envolveu demais com drogas.

Whatever, queria deixar aqui só uma prévia de que algumas músicas acompanham a minha vida, e a melhor de todas, é Estranged.

Tão bonita, tão triste, tão alegre e tão real em minha vida. Enjoy it [ or not ] !

Estranged
Guns N' Roses
Composição: Axl Rose

When you're talking to yourself
And nobody's home
You can fool yourself
You came in this world alone...(alone)

So nobody ever told you baby, how it was gonna be
So what'll happen to you baby?
Guess we'll have to wait and see...one, two....

Old at heart.
But I'm only 28
And I'm much too young to let love break my heart
Young at heart. But it's getting much too late
To find ourselves so far apart

I don't know how you're supposed to find me lately
And what more could you ask from me?
How could you say that I never needed you
When you took everything
Said you took everything from me...

Young at heart.
And it gets so hard to wait
When no one I know can seem to help me now
Old at heart. But I mustn't hesitate
If I'm to find my own way out
Still talking to myself. And nobody's home.....(alone)

So nobody ever told us baby, how it was gonna be
So What'll happen to us baby?
Guess we'll have to wait and see

When I find all of the reasons
Maybe I'll find another way
Find another day
With all the changing seasons of my life
Maybe i'll get it right next time
And now that you've been broken down
Got your head out of the clouds
You're back down on the ground
You don't talk so loud, and you don't walk so proud
Anymore. and what for?

Well I jumped into the river
Too many times to make it home
I'm out here on my own
Drifting all alone
If it doesn't show
Give it time to read between the lines

'Cause I see the storm is getting closer
And the waves, they get so high
Seems everything we've ever known is here
Why must it drift away and die?

I'll never find anyone to replace you
Guess I'll have to make it through
This time, oh this time, without you

I knew the storm was getting closer
And all my friends said I was high
But everything we've ever known's here
I never wanted it to die

segunda-feira, 23 de março de 2009

Insônia.

Gostaria muito mesmo de escrever um texto feliz.
Mas não dá.
Diante dos acontecimentos, hoje perdi o sono.
A dor engasga o peito, e é insuportável não conseguir sentir.
Se sentir incapaz é uma merda.
Pensar no passado, também. Pensar nos erros e deixar tudo te engolir, é um presságio.
Nunca parei para pensar, até o final do ano passado.
O mundo continua girando e você se sente estagnado, parado no tempo, incapaz de se mover.
E temos apenas uma vida, até que se prove o contrário.
Parece tudo muito distante.
Sim, perdi o sono e estou melancólica.
Continuo inconsequente. Abstrata.
A falta de um emprego te tira o amor próprio, construído com tanto sacrifício. A falta de perspectiva chega e você se vê preenchendo o vazio com outros tantos. Seus amigos não percebem. Suas escolhas te apontam o dedo.
Tantas pessoas sofrendo, passando fome. E tudo que consigo pensar é: por quê?
Por que temos que errar tanto, para sentir na pele a dor das escolhas?
Por que inventar um mundo paralelo, se quando chega a realidade, você sente que tudo que viveu até hoje foi um imenso buraco? Uma lacuna perdida no tempo.
Estou triste. Minha vida tomou rumos não esperados, nem calculados, nem planejados.
Tudo bem, amanhã irei sorrir.
Mas hoje só consigo pensar no meu carro na oficina, na minha vida de dona de casa, na minha procura por emprego, na instabilidade que me coloquei.
Não posso me culpar por tudo, mas culparei quem?o que?
Se tenho fé? Sempre. Sou regida por uma força maior. Mas, às vezes, ela me escapa por entre os dentes cerrados por um choro.
Muitas coisas aconteceram comigo nos últimos meses, nos últimos anos, em toda a minha vida.
Sempre serei grata.
Mas sempre me pergunto também quando terei coisas reais e boas acontecendo. Quero minha auto-estima firme e forte, quero contruir minha vida. Quero uma perspectiva de futuro.
Tudo em vão hoje.

Desculpem o texto melancólico, minhas duas leitoras. É apenas um desabafo.
Desabafo de uma mente cansada, machucada, mas cheia de pensamentos bons que apenas decidiram morar em outra mente momentaneamente.

Quero dormir uns 30 dias seguidos.

domingo, 15 de março de 2009

Entre sorrisos e lágrimas.

Quando esperamos sentimentos de outras pessoas, significa que tudo que fazemos, não é feito de coração?

Aprendi que, quando fazemos algo de coração, não esperamos retorno. Quem disse isso?

Quando você ama, não espera ser amado de volta? Quando você se doa, arriscando a amizade de alguém, falando verdades sobre coisas que você enxerga, e sua atitude "nobre" não é percebida, não deve doer?

A verdade é que eu venho sangrando faz tempo. Sempre me envolvo demais em tudo o que faço, coloco meu coração e minha vida, em palavras e atitudes, e sempre fico com o vazio.

Vazio de retorno, vazio de amor, vazio ...

O único lugar que nunca está vazio, é no coração da minha mãe.

Talvez por isso, eu tenha tanto medo de crescer. Ou tive. Porque, sempre estaria ali, para minha mãe cuidar de mim. Me ajudar a levantar.

Mas pasme! Ela sempre me ajuda. Se não com palavras dirigidas à mim, com orações pedindo que Deus me dê juízo (rs!).

Sim, não serei ingrata. Pelo menos, isso eu tenho. Se não posso ter tudo o que eu gostaria, eu tenho o maior e o melhor. Minha família. Aos trancos e barrancos, eles sempre estão lá. Para mim. Por mim.

Hoje foi um dia rico.

Apenas pensamentos e sentimentos. Tudo muda amanhã ... ou não!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Aniversário de Solteira

Sexta-feira, 13.

Confesso que, ficar em casa, não é uma opção das mais proveitosas. Mas às vezes, é tão gostoso.
Quando você fica solteiro, depois de muito tempo namorando, ou whatever, você quer mais é botar pra quebrar. Você tem que saber como você está sendo visto, aliás, se está sendo visto.
Aprender a flertar novamente. Sim, pode me chamar de idiota, fui totalmente fiel, se é que isso existe ainda. Só "aprontava" nas inúmeras vezes que terminávamos, mas isso não vem ao caso.

Continuando, você quer azarar, você quer se mostrar, você perde 15 kg, pinta seus cabelos de loiros e quer arrasar. De vez em quando, você consegue. Outras vezes, nothing. Mas você se diverte. Refaz amizades, faz [re]descobertas, e o mundo volta a girar, para você.

Mas aí, de repente, perde a graça. As saídas não tem mais tanta sintonia, suas amigas não te acompanham mais, e você perde a entonação.

Eu, particularmente, funciono melhor a noite. Amo a noite. Amo mesmo! Eu adoro o dia também, aquele sol te implorando para sair da cama e ir aproveitar o dia com seus óculos escuros. Mas é de noite que aconteço. Que tenho idéias, que tenho meus pensamentos mais profundos [e profanos tb! ;-)].
Mas enfim, sexta-feira, e eu em casa. No começo, já tava me dando uma certa depressão. Pensei em mil possibilidades, mas mesmo com alguns convites, não quis.

A verdade é que, nesse mês, completo um ano, depois de quase 5 de namoro, sem um "namorado". E sim, estou bem. Não, não sinto saudades.

Ai, mas bate uma carência né? Que saco !! Nem um P.A que preste, eu tenho! rsrs

Nesse um ano, conheci várias pessoas, me apaixonei inúmeras vezes, mas nada que durasse mais de uma semana.

Aí, em meio a uma TPM [você quase nunca vai me ver justificando algum ato meu durante meus dias macabros, mas aqui eu sou obrigada a dizer!], você volta 15 anos da sua vida, e pensa: será que eu estava certa? Morrerei sozinha??

Muito triste. Me recuso a acreditar nisso!

Às vezes, tenho a sensação de que os homens estão assim, tão fraquinhos. De xavecos, de idéias, de atitudes. De tudo. Credo!

NÃO! Não virei lésbica. Nada contra. Mas eu gosto de outras coisas que não são proporcionadas pelo sexo feminino, como uma barba bem ralinha encostando nas minhas costas. Ui... melhor mudar de assunto, afinal, sexta-feira, 13, a madrugada chegando ... PERIGO!!!

Será que é só uma fase? Ou estou exigente demais? Acho que não ... talvez realista.

Vou me embebedar de música agora!

See ya!

Celebrating!

Pois é, vamos comemorar o meu seiláquantos blogs!
Mas tenho fé que este agora vai ... vamos todos me ajudar!

Saindo do Prefácio [tempo para explicar título], tem a ver com histórias que imaginamos, com situações que vivemos, como aquela paixão louca que mora em outro lugar, bem distante, e nunca sai do "chove não molha", ou como aquele emprego tão sonhado, que você não passa bem na última fase, ou tantas outras histórias que ficam só no "como seria" e a gente se sente assim, preso, sem saber se sai do prefácio e vai pra introdução, ou rasga a primeira tentativa de idéia que temos para criar nossos livros, livros de vida.

Me sinto assim, neste momento. Saindo do Prefácio. Entrando na vida. Escolhendo como quero meu livro a partir de agora. Será que é verdade que começamos a viver nos 30?
Bom, claro que já vivi, e muito. Mas quando começamos a fazer escolhas, ao invés de sermos escolhidos, tudo se torna tão mais ... mais ... huum ... interessante? vivo? audaz? sagaz? Não sei a melhor palavra para definir esta sensação, e não tenho a menor pretensão de ser uma pessoa que domina todos os acontecimentos da minha vida ... écati! Seria tão sem graça, não?
O que quero dizer é que o livre arbítrio, tanto meu quanto o da vida, é estimulante em uma nova fase.

That´s all, folks!

See ya tomorrow.

Besos.