::Saindo do Prefácio::
E seguindo a introdução, vamos ao que interessa...viva la vida!
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Plush!
Um longo tempo. E sinto que devo vir mais, visto que desaprendi a desabafar da maneira que constantemente eu fazia: falando. Amigos, terapia, mãe. Não faço mais isso.
Em partes, porque sinto que ninguém quer saber. Por outro lado, porque penso que cansei as pessoas. E me cansei. De tanto procurar. Cansei de me sentir chata.
Mas vez ou outra, isso acontece. Me sinto chata. Me sinto em um mundo a parte dos demais, por mais "normal" que eu seja: trabalho, pago as contas, limpo a casa, penso no futuro ... convivo com a burocracia que é viver.
E os pensamentos chegam, sem pedir autorização. Onde foram todos? Onde foi minha doçura? Onde está a Vanessa? Passei quase que a maior parte desse um ano que voltei, sendo uma pessoa séria, comprometida a deixar as pessoas distantes - as novas. Nesse meio tempo, soltei um pouco a armadura, e já vejo velhos traços do lado positivo sendo novamente parte de mim. Me sinto bem a maioria dos dias, mas volta e meia, esses velhos pensamentos meio que me deixam down, pensando que só tenho perdido tempo.
Não posso culpar ninguém mais por minhas escolhas. Sempre foram minhas.
Sabendo ou não das consequências, sempre fui eu.
E eu ainda me vejo meio perdida no que quero, no que espero. No que os outros esperam de mim. Por mais que eu mude, velhos hábitos parecem me perseguir, mesmo quando não são eles que me habitam. Velhos apelidos, erros cometidos que machucam, e não, ninguém se importa de esfregar isso na sua cara.
Certos momentos, esqueço o significado e me vejo como minha única amiga: sou obrigada a me aguentar o tempo todo. Obrigada a vestir a máscara do tudo bem, obrigada a me alegrar, obrigada a ver que está tudo bem. E, geralmente está tudo bem. O que não está, não deve ser visto aos olhos dos outros.
Sinto que ainda cobro algumas coisas, de um outro jeito. Talvez de uma maneira mais sutil, eu digo: ainda estou aqui. Veja, antes que eu me vá. Porque depois, não vai adiantar. É em vida que fazemos a diferença.
Seja com um sorriso. Uma música. Um "está tudo bem?".
Não sei bem me endireitar nesse mundo. Porque sei que o grande problema está em mim. Mas não sei como resolver. Me isolar nem sempre é a melhor atitude. Me abrir me faz esperar um pouco mais do que talvez eu mereça.
E o bloco do eu sozinho segue. Com dias bonitos, ou não. E nem tudo é ruim. Talvez quase nada seja ruim. Mas continuo acreditando que uma hora o melhor chega, e eu possa me sentir completa.
domingo, 24 de abril de 2011
But if you try sometimes you might find you get what you need!
Foi ao som de Rolling Stones, You can´t always get what you want, enquanto via o último episódio de Californication, que percebi um pouco mais onde estou, na vida.
Californication é uma série de TV que conta a história de um cara, que tem tudo pra ser o fodido, mas que acaba fodendo com a própria vida, pois é um ser perdido.
Qualquer semelhança, não será mera coincidência em minha vida! rs
Tive que sair da minha zona de conforto, largar algumas coisas para trás, fugir do meu passado e de quem eu era, pra voltar atrás e tentar me redescobrir novamente.
E descobri que não preciso julgar, apelar, dramatizar ou chantagear ninguém. Eu não sou auto-suficiente, mas eu me garanto.
Não sabia disso: sempre me achei dependente, sempre busquei essa dependência, e tenho sempre uma ajuda divina para que as coisas entrem no eixo e eu possa recomeçar novamente (sempre que me vejo perdida e sozinha!).
Tô longe de saber quem eu sou, pra que eu vim e porque eu tô aqui. Mas né? Eu tô, e não quero que a vida passe apenas por mim. É por isso que vez ou outra, eu brinco com fogo.
Estou perto de fechar um ciclo muito forte na minha vida, e não sei se vou ser capaz de efetivamente fechá-lo. Entender o que a gente faz, o que a gente busca, o que a gente quer, não é uma missão fácil.
Nesse exato momento, eu tô querendo realmente amadurecer. Agir como uma adulta de 31 anos, responsável por minhas escolhas, e em paz no lugar que chamo de lar. Amar o que eu tenho, amar o que me chega de presente, e entender do que não mais preciso.
E esse ciclo, que deve ser fechado, chegou meio que como um presente, e talvez seja hora de uma nova fase, e não de um novo envolvimento. Acontece que nem sempre faço o que tenho que fazer, e isso me assusta. De uma vez por todas, eu preciso parar de escolher o sofrimento como meio de vida. Ter paz é rotineiro, mas é um alívio para quem vive na corda bamba.
Arriscar é preciso, cometer os mesmos erros sempre, já não.
Pois se essa é a hora do novo, que o novo chegue logo e torne minha vida melhor. Que eu me torne renovada, que eu me abra realmente para o que mais busco, e que isso não demore muito, para que eu não tropece novamente nos meus pés. Que eu permita que só se aproxime àqueles que podem trazer coisas BOAS e vitais para minha vida. Que meus valores sejam cada vez mais puros e minha força de vontade seja a mais forte de todas as vidas que já tive. Que eu tenha exatamente o que preciso para continuar, e que o que eu queira seja uma vontade do coração e mente.
Que eu também entenda a necessidade dos meus, a vontade deles e a forma deles me quererem bem. Que a mágoa não entre mais em meu peito e o perdão seja realmente uma escolha de vida. Que eu saiba separar o bom do não tão bom e que a vida seja boa para os que escolheram compartilhá-la ao meu lado.
Que essa nova fase que se inicia, seja repleta de tudo que mereço e planto, e por favor, eu repito pra mim mesmo, que eu plante só coisas boas, porque tá passando da hora de plantar à esmo.
E que a gente consiga ver que não é porque a gente não tem o que a gente quer, que não temos o que a gente realmente precisa ... para seguir em frente!
Good vibrations!
E que venha o novo!
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Viu?
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
2010 ... já vai tarde?

Pois bem.
Quem não faz sua própria retrospectiva quando o dia 31 se aproxima?
Pra mim, Ano Novo tem todo um sabor especial, muito mais do que Natal. Internamente, eu me renovo. Me preparo para o novo e mesmo que não siga meus planos, um sabor especial nasce junto com os fogos à meia-noite.
2010 foi um ano particularmente difícil para mim. Lidar com a morte e o perdão de perto não foi uma tarefa fácil.
Reconhecer quem são meus verdadeiros amigos, também não.
Em 2010, eu aprendi a ser menos egoísta. Aprendi a seguir meus sonhos, por mais impossíveis que eles pareçam. Em 2010 aprendi que não tenho medo de tentar. Não tenho medo de errar. Não tenho medo de recomeçar. E não tenho medo de voltar.
Enquanto passei os 31 anos da minha vida buscando por aprovação, esse mês eu aprendi que tenho que viver com o que tenho, e que o que eu tenho, é o melhor que eu posso dar.
Algumas histórias se repetiram nesse ano, outras histórias eu revivi em conversas e em pensamentos.
Histórias que de uma maneira ou de outra, me trouxeram exatamente onde estou.
Em 2010 posso dizer que me descobri. Sim. Esse era meu objetivo.
Em 2010 descobri que não posso fugir de mim mesmo.
Em 2010 descobri que não importa onde eu moro. O que importa é o que eu deixo habitar dentro do meu peito.
Em 2010 descobri que, por pior que sejam meus pais, eles fazem o melhor que eles podem, e eu devo apreciar isso.
Em 2010 aprendi que pessoas não são confiáveis, que pessoas são más, mas que sou rica por ter quem eu tenho ao meu lado.
Em 2010 continuei aprendendo "com" e amando cada vez mais meu irmão.
Em 2010 eu continuei a falar eu te amo para que, se eu partir, as pessoas saibam meu real sentimento por elas.
Em 2010 aprendi a ser seletiva, e a não querer pessoas egoístas ao meu lado. Elas me sugam.
Em 2010 aprendi que não quero ser amiga de todos meus ex namorados. Mas que alguns deles, me mostraram coisas boas. E que é bom saber disso.
Se por tanto tempo eu adiei meu crescimento, se não soube o que queria da vida, 2010 foi o ano que a descoberta se iniciou.Foi o ano que comecei meu crescimento.
Sim, eu quero que chegue 2011. E algo me diz, que muita coisa boa vem por aí. 2010 foi cansativo, doloroso e saudosista.
Chega 2011! Chega com tudo, que eu quero fazer deste, o meu ano, aquele ano, onde tudo começa a florescer!
VIVA O ANO NOVO! E AS ESPERANÇAS QUE SE RENOVAM!
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
I'm not as scared of dying as I am of growing old!
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Confesso ...
Pensamentos de um passado recente. Mágoas que ainda não consegui apagar.
Pessoas que ainda revivem em minha mente e me fazem pensar porque eu erro tanto: na confiança depositada, nas palavras ditas, na insegurança camuflada.
Eu gostaria de esquecer. Gostaria de não sentir nada.
Eu quis me aproveitar de um momento, e não percebi que estava cavando minha própria cova. Fui fria. Foi a minha vingança pelo abandono.
É, eu colho o que planto.
Eu carrego o que fui e tento enxergar esperança no que tenho de positivo.
A mágoa é estranha, ela me deixa agora um vazio que poderia ser preenchido de uma outra maneira.
Não consigo mais sofrer por quem partiu. Não me arrependo de nada. Fiz o que tinha que ser feito e tentei aproveitar minha única chance.
Não sinto saudades dele. Não sinto falta de nada.
E só posso culpá-lo por este sentimento. As lembranças poderiam ser diferentes.
Mas será que eu tenho feito o mesmo?
Se eu partir amanhã, farei falta?
Tão querido por tantas pessoas, mas a realidade, quem sabia não se importava, quem não sabia, nunca vai saber,
No lugar da dor está um buraco. No lugar das boas lembranças, somente a frieza com que fui tratada.
E se agi como agi, foi como um impulso para tentar sair da sombra.
Falhei ali.
Mas carrego o peso das minhas escolhas. E se ser querida significa esconder ... bom, eu sempre serei a errada.
domingo, 28 de novembro de 2010
The mirror on your wall tells you the truth!

O que é casa para você?
Um lar, um lugar para deixar as roupas, dormir, ficar o dia todo de pijamas?
Meu lar é meu coração.
Talvez a viagem que fiz foi para descobrir isso: o lar é cada lugar que você aloja dentro do seu mais puro sentimento.
Falando de lar e amor ... qual amor é perfeito?
Nunca conheci nenhum. Talvez por sermos seres humanos, dignos de falhas, erros e corrompimentos.
Todo mundo erra. Todo mundo mete os pés pelas mãos um dia. Todo mundo.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
" I don´t wanna go all alone "
Todos nós temos um objetivo, seja ele racional ou não.
O meu, por um bom período, que nem deve ser chamado de período, e sim quase a vida toda, foi tentar ser o que a sociedade exigiu, em todos os aspectos.
E isso sempre era reforçado pelos namorados, pela família, por muitas pessoas à minha volta.
E quando eu deparava com o diferente, bem, eu entrava em choque. E mesmo que isso fosse exatamente o que eu gostaria de ser, eu lutava contra.
Ao mesmo tempo, eu sempre fui uma pessoa diferente. Eu e minha bolha cor-de-rosa, onde eu era exatamente o que eu queria (?) ser, falar e julgar sem pestanejar, a sincera, a correta. A sombra de alguém que não era bem eu.
Acontece que na teoria, tudo é muito mais fácil. E convenhamos, eu sempre fui uma teoria. Exatamente porque era mais fácil escolher o caminho que eu já conhecia. Só que há muita contradição na teoria também. Você vai num psicólogo, e ele te fala o quanto você é especial, e que você deve enxergar isso. Porém ele não te diz como você deve ver isso, aonde olhar. Isso é por sua conta. Então me diz, para que pagar alguém para te dizer o que você já sabe? Contradição.
A verdade é que ninguém te ensina a viver. As pessoas te avisam que o caminho mais fácil pode ser escolhido, mas a sua personalidade aponta para o outro lado.
será muito errado você querer descobrir quem você é? O que te deixa paralisado, o que te põe medo, o que te aflige?
Minha busca sempre vai ser pelo AMOR, mesmo que eu grite e aja como uma impulsiva a maior parte do tempo. Minha alma só grita por isso. E sim, pode ser que eu esteja me preparando para este grande encontro, só não sei se este encontro será com THE ONE ou comigo mesmo. Se for os dois, melhor pra mim.
Acho que em 16 dias, não se tem base para nada. Mas hoje, só posso dizer que os obstáculos virão de todos os lados, não importa onde você está. Se no meio do mato, morcegos podem aparecer e te assustar de uma maneira que você não imaginou um dia. Se na cidade, grande e poluída, você pode encontrar alguém que só queira roubar seu brilho e te fazer infeliz, apenas por diversão.
A vida é bonita, sem dúvida nenhuma. Olhar o mar verdinho, vindo ao seu encontro, é uma das mais bonitas fotos tiradas na minha mente. Mas, só isso não basta. Você quer um mar lindo e um par de mãos dadas, para sentir que existe realmente um porto seguro. Você quer uma casa que esteja em cima do mar, para acordar com as ondas todos os dias. Você quer ter alguém, porque este é o propósito das pessoas românticas, sensíveis que vivem em suas bolhas cor-de-rosa. Acontece que pessoas machucam. Pessoas partem seu coração. Pessoas mentem. Outra contradição?
Hoje eu disse ao meu coração: não, você não vai desistir. Você vai continuar buscando, acreditando, esperando. Um dia, coração, eu sei que nós vamos acertar. E saber o que é isso que muitos falam. Saber não. Sentir. Sentir de verdade.
E, no meio tempo, eu só peço que minhas escolhas não sejam mais julgadas. Que eu não prejudique ninguém. Que eu colha meus bons frutos, porque a terra está fértil agora. Que o sorriso de criança permaneça e eu alcance o que tanto procuro.
Essa sou eu, apelando ao Universo, que me recompense da melhor maneira possível.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
"At this point of my life..."
Ainda tenho. Por ser quem eu sou [não que isso signifique muito! =p], por ter quem eu tenho ao meu lado, pela família que nasci, pelo dinheiro que ganhei e, por último, mas não menos importante, pelo sorriso no rosto.
Mas ... hoje, após ver meu seriado preferido, e conversar com minha hermana, sobre as dificuldades da nossa vida e de nossas escolhas, me toquei de uma coisa: estamos todos no mesmo barco. Alguns, com mais facilidades no que temos mais dificuldades, outros se escondendo, outros vestindo máscaras, mas a grande questão da vida é: como eu serei/sou feliz? Minhas escolhas foram certas? Eu vou vencer? Encontrarei o amor da minha vida numa esquina qualquer, numa mesa de bar, num chat, num avião?
Enquanto outros têm dificuldades, digamos, mais urgentes, como uma pessoa querida doente, ou até mesmo passando por dificuldades não só de saúde, mas financeiras etc.
E isso me faz pensar que enquanto a vida pode ser um presente, pode ser também um tiro no escuro: você vai acertar o alvo? Quem tem a fórmula?
A única fórmula que tenho é permanecer ao lado de quem amo. Compartilhar angústias, lágrimas, sorrisos e cerveja. Porque, podemos ser tão diferentes na maneira de levar a vida, mas somos muito parecidos no que queremos: a jovem que trabalha num balcão e reclama de nunca ter tido a oportunidade de estudar, o mendigo que tenta se esconder da chuva fria, a criança que nasce deficiente e luta para se incluir na sociedade ...
Por isso, por tudo isso, os momentos bons que trago no peito me fazem seguir. Posso fraquejar, posso me sentir insegura, e isso não tem problema nenhum. Mesmo sendo alguém que se expõe mais pois falo o que sinto, isso não é vergonha. Isso é querer aprender.
Me falaram, pelo menos, umas 50 vezes desde que cheguei em Porto, que preciso ter paciência. As pessoas me falam isso a vida inteira. Não se fala isso para uma pessoa ansiosa. Porque né? Eu não tô acostumada a aceitar tudo que a vida me impõe (!). E, quando eu me acostumo, dou um jeito de desacostumar e vou pelo caminho contrário. E enquanto os recomeços são sempre o começo de uma nova trilha, que essa trilha pelo menos tenha sempre momentos mágicos, que me façam agradecer por ter a oportunidade de viver. Mesmo que os erros sejam maiores. Enquanto eu puder, eu vou agradecer. E sorrir. E amar. Claro, chorar também, porque é MAIOR que eu. Mas até na dor, se vê beleza.
Good night, people! And let´s go ... try a little bit HARDER!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Se felicidade tem um nome, a minha tem os nomes de todos os meus amigos!
A trilha sonora da minha vida é extensa.
Mas nesse momento, ainda não consegui identificar um música para o momento em questão.
Mesmo porque é um misto enorme de sensações, emoções, declarações e vida. Muita vida!
Perceba que ir "embora" nesse momento, se torna bem mais complicado né? Pois sua energia consegue reunir toda a energia de pessoas queridas, do bem, amigas, de uma maneira única, e o fato de estar longe fisicamente disso, me corta como uma navalha.
Sem contar na ilusão que se torna real, no momento que é certo que você vai. Beleza, não vamos fazer disso mais um draminha mexicano, porque né? Existe avião, SMS, celular, internet 3G, correios e telepatias!
Mas ...
Eu só quero agradecer esse momento, onde as peças aqui parecem se juntar, onde você tem a oportunidade de se despedir e falar pra todo mundo que importa, o quanto você está feliz e em paz. E falar do amor, desse amor gostoso que cuida e se encanta. Que erra também, mas que prevalece o sentimento do bem.
Se eu não falei ainda, eu falo agora. Se já falei, repito novamente: eu sou uma pessoa rica. Com todas as dificuldades que já passei, que já causei, que já escolhi viver, eu tenho uma riqueza que vai além de qualquer outra conquista que eu possa ter, material.
E é por causa disso, que eu choro agora. Eu sentirei falta de momento que tive a oportunidade de viver com vocês. E sei que terão outros tantos. Estaremos longe, mas carrego um pedacinho de cada um no meu coração.
Essa é uma promessa. Farei tudo para isso ser melhor ainda do que é hoje.
5 dias. E acredito que terei noites intermináveis.